Meio ambiente, sustentabilidade, políticas públicas, direitos humanos, qualidade de vida.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
População de Macapá vai às ruas exigir responsabildades dos políticos
A população de Macapá voltou às ruas no dia 26 de junho de 2013 para exigir mais responsabilidade dos gestores públicos. O movimento reivindica melhoria no sistema de transporte público, melhores condições deno sistema de saúde e de educação. Veja os vídeos.
terça-feira, 25 de junho de 2013
ANP e MP-AP participam de audiência na Câmara de Vereadores de Macapá
A Câmara de Vereadores promoveu audiência pública (20.06.2013) para tratar da questão do petróleo no Estado do Amapá. Representantes da ANP - Agência Nacional do Petróleo e do Ministério Público do Amapá estiveram presentes. Poucos vereadores participaram da audiência e a participação da sociedade foi mínima. O Chefe de Gabinete da ANP fez uma longa e enfadonha apresentação sobre o petróleo no Brasil e na Amazônia. Os vereadores apenas questionaram quando vai chegar o dinheiro do petróleo para o Amapá. O representante do MP-AP encerrou as atividades com a seguinte intervenção: "o petróleo é bem vindo ao Estado do Amapá, porque vai gerar emprego e renda. Não é o caso do Parque do Tumucumaque, que tem 3,8 milhões de hectares e não gera um emprego".
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Macapá se manifesta em defesa da cidadania
O povo ocupa as ruas da cidade de Macapá-AP. Vinte mil pessoas foram para as ruas pedindo mais ética no trato da coisa pública. A manifestação iniciou às 16 horas e se prolongou até as 20 horas quando o movimento foi dispersado pela Polícia Militar que utilizou gás lacrimogênio, spray de pimenta e balas de borracha. O movimento tinha como pauta a exigência de educação, saúde, segurança, transporte público de qualidade. Para ver momentos da manifestação acesse: Vídeos Judson Amazonas

terça-feira, 30 de abril de 2013
Rondônia tem 70% de pastos degradados, aponta Embrapa
O Estado de Rondônia tem rebanho de 12 milhões de cabeças de gado, divididos em 6 milhões de hectares de pastagens. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), 70% desse território estão em estado de degradação. Conforme o pesquisador da Embrapa, Vicente Godinho, a implantação de pastagens é realizada há mais de 40 anos no Estado e nada foi feito para recuperar essa área.
Estado
tem pastos com mais de 40 anos de uso e sem recuperação. Foto:
Valter Campanato
Para
tentar reverter esse cenário, a Embrapa, em parceria com o Instituto Federal de
Rondônia (Ifro) discutiu com mais de 220 produtores, técnicos e estudantes como
obter pastagem com qualidade. O debate ocorreu na cidade de Ariquemes, no
interior de Rondônia. A intenção é unir lavoura e pecuária.
Isac
Nunes, produtor rural.
O
produtor Isac Nunes possui uma pequena propriedade em Cujubim, interior do
Estado, onde trabalha com a pecuária de leite. Preocupado com as condições de
sua pastagem e buscando formas para aumentar a produtividade de seu rebanho,
ele acredita ter encontrado uma alternativa. “A integração da lavoura com a
pecuária está me parecendo uma boa saída. Estou vendo bons resultados e quero
levar essa tecnologia para minha propriedade e, não só pra mim, mas para os
meus vizinhos também”, comentou Isac, que vai apostar no milho para a
integração com a pastagem.
Já para o
produtor Alvorindo da Silva, de Ariquemes, o que mais chamou atenção dele é o
consórcio de sorgo com mombaça. “Eu trabalho com gado de leite e já utilizo
algumas tecnologias como a inseminação e também a suplementação com cana e
ureia. Agora preciso recuperar minha pastagem para aguentar o período da seca e
aumentar minha produtividade sem abrir novas áreas.”, afirmou Alvorindo.
Lavoura-pecuária
Com a
integração lavoura-pecuária, é possível fazer o uso intensivo e mais
sustentável do solo por um período maior ao longo do ano. O mais comum é usar a
terra durante cinco meses do ano com lavoura consorciada com capim. Durante os
sete meses restantes, usa-se o capim em pastejo. Um dos principais benefícios
deste sistema são os nutrientes residuais deixados pelas lavouras para as
pastagens, que passam a produzir forragem em maior quantidade e de melhor
qualidade. “Com a implantação da lavoura com a pecuária o produtor aumenta a
produtividade das suas terras, produz mais grãos, silagem, carne, leite e
aumenta sua renda, isso sem abrir novas áreas, otimizando o uso da terra com a
utilização de mais tecnologia”, ressaltou a zootecnista da Embrapa, Elisa
Osmari.
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